O uso das telas e o poder da educação midiática
- Instituto Kaplun

- há 5 horas
- 2 min de leitura
Em tempos de excesso de informação, a educação midiática surge como ferramenta essencial para desenvolver pensamento crítico, autonomia e cidadania.
Entre vídeos virais, notícias compartilhadas em segundos e conteúdos produzidos por inteligência artificial, nunca foi tão necessário aprender a interpretar criticamente aquilo que consumimos nas telas. Em um contexto marcado pelo excesso de informação e pela velocidade das redes sociais, a educação midiática surge como pilar fundamental para fortalecer a autonomia, o pensamento crítico e a cidadania digital.

Mais do que ensinar a usar tecnologias, a educação midiática propõe compreender como a informação é produzida, distribuída e consumida. Afinal, em tempos de fake news, deepfakes e algoritmos que influenciam opiniões e comportamentos, saber diferenciar informação de manipulação tornou-se uma habilidade indispensável.
É nesse cenário que a educomunicação ganha ainda mais relevância. Ao unir educação e comunicação, ela promove práticas que incentivam o diálogo, a escuta, a participação e o protagonismo social.
Mais do que receptores de informação, estudantes e comunidades tornam-se sujeitos ativos na construção do conhecimento e na produção consciente de conteúdo.
Para o professor e diretor do Instituto Kaplun, Joadir Foresti "a educação midiática sempre existiu, pois é a forma como os pais, os educadores e os comunicadores aprimoram a visão crítica sobre os meios de comunicação e assinalando as vantagens, as possibilidades e alertando sobre os perigos advindo do uso inadequado dos aparatos tecnológicos. No século passado a preocupação era com a televisão, hoje é com as redes sociais. Ou seja, muda o meio (o aparato tecnológico), mas as perguntas permanecem as mesmas: quem está me informando e com que interesse? Quais as consequências se eu seguir sem critério o que estão me mostrando? Como me preparar melhor para utilizar as mídias?"
Alinhada a essa perspectiva, a atuação do Instituto Kaplun reforça a importância de uma formação humana e crítica diante das transformações tecnológicas contemporâneas. Em um mundo hiperconectado, incluir digitalmente também significa desenvolver consciência ética e responsabilidade no uso das mídias.
Transformar para além das telas é justamente compreender que a tecnologia, sozinha, não educa. O que transforma é a capacidade humana de refletir, dialogar e construir conhecimento de forma coletiva. Em tempos de conexões instantâneas, a educação midiática se torna o exercício consciente da cidadania.
Diante disso, fica a reflexão: estamos realmente refletindo sobre aquilo que consumimos, compartilhamos e acreditamos? Partilhe conosco sua opinião.
Para aprofundar essa jornada, conheça os nossos cursos, workshops e palestras sobre Educação Digital e Midiática acesse aqui: neste link para maiores informações.
Débora Vasconcelos
Assessora de Comunicação





Comentários